Atualidade
O Hospital da Luz Lisboa recebeu a acreditação da European Association of Preventive Cardiology (EAPC), enquanto prestador de cuidados de excelência em Prevenção Secundária/Reabilitação Cardíaca e Cardiologia Desportiva. Torna-se, assim, o terceiro centro em Portugal acreditado pela EAPC em Prevenção Secundária/Reabilitação Cardíaca, de um total de 15 centros reconhecidos, e o primeiro centro, em Portugal, acreditado em Cardiologia Desportiva.
O Laboratório de Ecocardiografia da ULS Santa Maria foi reacreditado pela European Society of Cardiology (ESC) com o nível mais elevado nas três categorias avaliadas: Ecocardiografia Transtorácica Avançada, Ecocardiografia Transesofágica Avançada e Ecocardiografia de Sobrecarga.
Dois investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) identificaram lacunas nas recomendações atuais para diagnosticar deficiência de ferro em doentes com insuficiência cardíaca (IC) e sugerem a revisão dos procedimentos. Os estudos levados a cabo por Francisco Vasques-Nóvoa e por Pedro Marques, professores de Cirurgia e Fisiologia da FMUP, foram publicados na revista médica Clinical Research in Cardiology entre setembro e outubro deste ano.
Cientistas descobriram como o colesterol das lipoproteínas de baixa densidade ou LDL-C se acumula no organismo, uma descoberta que pode facilitar o desenvolvimento de tratamentos mais personalizados para as doenças cardiovasculares.
O concurso para a área de especialização do internato médico de 2024 terminou a 2 de dezembro, tendo sido ocupadas 1.851 vagas, correspondendo a 78,8 % dos 2.349 candidatos que reuniam condições de ingresso. A ACSS realçou que em 36 das 48 especialidades foram ocupadas todas as vagas a concurso, tais como Pediatria (103), Anestesiologia (91), Cirurgia Geral (82), Psiquiatria (79), Ginecologia-Obstetrícia (59), Ortopedia (59) e Cardiologia (37).
Conjunto de especialistas apresenta recomendações para melhorar a gestão e os cuidados prestados aos doentes com insuficiência cardíaca (IC), que se estima atingir cerca de 700 mil portugueses, constituindo a principal causa dos internamentos hospitalares. Rui Baptista, cardiologista e co-investigador principal do Estudo PORTHOS, salientou a importância de recentrar o modelo de cuidados de saúde, considerando que ainda está muito virado para a doença aguda, em contexto de urgência.
No âmbito das X Jornadas de Cardiologia e Hipertensão do Algarve, realizadas nos dias 15 e 16 de novembro, cardiologistas, enfermeiros e outros profissionais de saúde reuniram-se para aprofundar conhecimentos na área da Cardiologia, sob o mote "Interligação de Cuidados". A estenose aórtica, que afeta cerca de 32 mil portugueses [1], foi um dos temas em destaque deste encontro científico.
“Etiologias menos frequentes da Insuficiência Cardíaca” foi o tema de uma mesa-redonda, com o apoio da Pfizer, na V Reunião Anual do Núcleo de Estudos de Insuficiência Cardíaca 2024, que decorreu a 28 de setembro, no Porto. A sessão, moderada por António Marinho e Vanessa Carvalho, contou com as palestras de Mariana Brandão, internista na ULS de Santo António, e Eleanor Wicks, consultora em Cardiologia e responsável pelo Serviço de Doenças Cardiovasculares Hereditárias, dos hospitais da Universidade de Oxford. Em conjunto, as duas especialistas debateram a importância de uma perspetiva multidisciplinar com o objetivo de obter diagnósticos precisos e, consequentemente, terapêuticas mais adequadas.
A Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC) acaba de atribuir o Prémio Jovem Cardiologista de Intervenção 2024 a Francisco Barbas de Albuquerque, da ULS Lisboa Ocidental (Hospital de Santa Marta), e Inês Ferreira Neves, da ULS Lisboa Ocidental (Hospital de Santa Marta). Esta iniciativa tem como objetivo promover a formação e a investigação científica entre os médicos mais jovens, assim como a sua participação na Reunião Anual da APIC.
Um novo algoritmo de inteligência artificial (IA) consegue prever, com até 13 minutos de antecedência, a possibilidade de um doente internado sofrer um enfarte agudo do miocárdio, permitindo aos médicos atuar antes que o ataque cardíaco aconteça. O sistema foi desenvolvido pelo Iscte - Instituto Universitário de Lisboa, que criou os modelos de IA, e pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL), que forneceu os dados clínicos que treinaram e testaram esses modelos.


