Atualidade
O projeto de uma equipa de médicos, do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHLN), que pretende encontrar a resposta para o tratamento de crianças com choque cardiovascular, venceu a 3.ª edição do Prémio MSD de Investigação em Saúde, promovido pela MSD Portugal.
“Este Natal dê um presente ao seu coração”. É este o nome da campanha desenvolvida pela Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC) para alertar a população para a importância de cuidar do coração. Pretende relembrar os portugueses de que devem ter cuidado com os habituais excessos durante a época natalícia.
Os especialistas em Pediatria que elaboraram um parecer para a Comissão Técnica de Vacinação Contra a COVID-19 defenderam que deve ser dada prioridade à vacinação dos adultos e dos grupos de risco, incluindo as crianças dos cinco aos 11 anos.
Segundo um estudo, publicado na revista European Journal of Preventive Cardiology, os inibidores de SGLT2, utilizados para tratar doentes com diabetes, podem ser eficazes no alívio dos sintomas de pessoas com insuficiência cardíaca.
A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) concluiu que o risco de miocardite e pericardite é “muito raro” após a vacinação contra a COVID-19, com as vacinas da Pfizer/BioNTech e Moderna (assentes na tecnologia do RNA mensageiro), confirmando os benefícios dos fármacos.
O uso de aspirina é comum e está associado a um risco acrescido de insuficiência cardíaca (IC) em 26% em pessoas com pelo menos um fator de risco para a condição. Esta é a conclusão de um estudo publicado no ESC Heart Failure, uma revista da European Society of Cardiology (ESC). Os fatores de risco incluíam o tabagismo, obesidade, tensão arterial elevada, colesterol elevado, diabetes, e doenças cardiovasculares.
O presidente da comissão executiva do Hospital da Cruz Vermelha (HCV), Prof. Doutor Francisco Ramos, anunciou que a unidade vai atingir o equilíbrio financeiro em 2024 e que nos próximos quatro anos será feita uma aposta nas suas áreas de excelência, entre as quais a Cardiologia.
A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) vai iniciar um estudo amanhã, dia 1 de dezembro, um estudo para determinar a prevalência da insuficiência cardíaca em Portugal.
Até 90% do risco de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral (AVC), ou doença arterial periférica (DAP) pode ser explicado pelo tabagismo, maus hábitos alimentares, falta de atividade física, obesidade abdominal, diabetes, ou consumo de álcool. As mais recentes guidelines da European Society of Cardiology (ESC) centram-se na doença cardiovascular aterosclerótica (DCV).
Um novo estudo, realizado na University of Pittsburgh, concluiu que as alterações no ciclo menstrual das mulheres, um pouco antes da menopausa, podem indicar o risco de estas virem a desenvolver problemas cardíacos.


