Entrevistas
A Dr.ª Vitória Pires, do Hospital das Forças Armadas, Lisboa, foi uma das especialistas convidadas a integrar o painel de palestrantes do Mini Curso de Diabetes Mellitus. Intitulada “Que opções no diabético com doença renal crónica”, a sessão centrou-se no doente com diabetes e doença renal crónica. Em vídeo, a médica afirma que as Jornadas contemplam um “programa de excelência, que aborda os vários aspetos da doença cardiovascular”.
“Há uma necessidade de usarmos muito mais associações fixas para simplificarmos o regime terapêutico, de modo a reduzir ao máximo o número de comprimidos que o doente hipertenso tem que tomar por dia”. É desta forma que o Dr. Carlos Aguiar, do Hospital de Santa Cruz, explica a importância da utilização deste regime terapêutico. Em entrevista, o cardiologista destaca uma combinação em particular. Veja o vídeo.
A sessão subordinada ao tema "Proteção cardio-renal na DT2 - antigos desafios, novas oportunidades" ficou a cargo do Dr. Henrique Vara Luiz, do Hospital Garcia de Orta, em Almada, nas 35.ªs Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes que decorreram em Sesimbra. Em declarações ao My Cardiologia, o especialista fala sobre os novos fármacos para o controlo da diabetes “que conseguem reduzir não só os parâmetros glicémicos, mas também melhorar e reduzir os eventos cardiovasculares e renais”. Veja as declarações na íntegra.
A principal mensagem que o Dr. Hugo Pinto Gonçalves quis partilhar nas 35.ªs Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes foi que “já não é possível receber análises onde os valores de hemoglobina A1C são bons e dizer, imediatamente, que está tudo bem”, realçando a importância do profissional de saúde olhar para a transformação das patologias do doente com o decorrer dos anos. O My Cardiologia falou com o especialista do USF Sobreda que sumarizou a sua participação na perspetiva de médico de família no Mini Curso de Diabetes Mellitus intitulado “O que nos trouxe de novo o ano de 2018 para aplicar na prática clínica?”. Assista ao vídeo.
As mais recentes evidências científicas na abordagem e no tratamento da hipertensão arterial (HTA) foram partilhadas pelo Prof. Doutor Daniel Caldeira, do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, na 35.ª edição das Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes. Em entrevista, o especialista sumarizou as principais mensagens que partilhou na sessão que palestrou.
“Estamos numa fase altamente entusiasmante na Medicina”. As palavras são do Prof. Doutor Manuel Oliveira Carrageta sobre a partilha dos mais recentes progressos terapêuticos na 35.ª edição das Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes, a qual presidiu. A reunião, que decorreu entre os dias 16 e 18 de janeiro, em Sesimbra, ficou amplamente marcada pelo elevado número de participantes. Assista ao depoimento em vídeo do presidente.
A 35.ª edição das Jornadas de Cardiologia, Hipertensão e Diabetes começam já na quinta-feira, dia 16 de janeiro, e terminam no sábado, dia 18 de janeiro, em Sesimbra. A reunião será palco de atualização e formação para médicos de família, internistas, cardiologistas e endocrinologistas, tal como garante o presidente das Jornadas, o Prof. Doutor Manuel Carrageta.
Esta é mais uma oportunidade para se incentivar à melhoria da prática clínica pela prevenção das doenças cardiovasculares (DCV). A mensagem é do Dr. Pedro Marques da Silva sobre o estudo DISGEN-LIPID, no qual se constataram as alterações persistentes do perfil lipídico na prática clínica nos doentes adultos portugueses com dislipidemia em tratamento com antidislipidémicos. Em entrevista ao My Cardiologia, o autor do estudo apresenta os principais resultados da investigação, comparando-os também aos do estudo DYSIS, realizado há 10 anos. Assista ao depoimento em vídeo.
A palestra subordinada ao tema “Novel mechanisms in pulmonary hypertension: micro-RNAS and right ventricular (dys)function” foi levada a cabo pelo Prof. Doutor Rui Baptista no decorrer do Congresso Anual da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardiotorácica e Vascular (SPCCTV). Em entrevista ao My Cardiologia, o especialista explica quais têm sido as principais novidades no tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida. Veja o vídeo.
“As doenças cardiovasculares continuam a ser a principal causa de morte em Portugal e uma importante causa de incapacidade nos nossos doentes, o que é tanto mais importante quanto a noção de que 90% destes eventos cardiovasculares podem ser prevenidos”. Quem o diz é o Prof. Doutor Pedro Monteiro, especialista do serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), que apela para a sensibilização quanto às doenças cardiovasculares através de uma carta aberta aos portugueses e ao Presidente da República, o Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa.


