“Infelizmente, a insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada é ainda desprezada por alguns médicos que julgam que estes doentes têm um prognóstico melhor do que aquele que realmente é.” Quem o afirma é o Prof. Doutor Ricardo Fontes-Carvalho, cardiologista no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, no âmbito do Heart Team 2022, na sessão “Diagnóstico de HFpEF: Missão impossível?”. Veja o depoimento.
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