Em relação ao tema abordado na sessão, a Dr.ª Catarina Gomes considerou-o “de grande importância dada elevada prevalência conhecida da deficiência de ferro e do seu impacto funcional nos doentes com insuficiência cardíaca”.
“Felizmente temos um tratamento muito eficaz para esta patologia, a carboximaltose férrica que mostrou em vários ensaios clínicos, com destaque para o AFFIRM-AHF, ser segura e eficaz a melhorar a capacidade funcional e a reduzir a taxa de hospitalizações por insuficiência cardíaca”.
Na vida real, a Dr.ª Catarina Gomes explicou que, “na maioria das instituições de saúde, é preciso sensibilizar para esta patologia e para o seu tratamento com carboximaltose férrica”, mas na sua prática clínica, “quer na consulta de insuficiência cardíaca, quer no internamento, os doentes com IC seguem todos um protocolo de rastreio e tratamento, permitindo controlar a situação”.
Quanto ao protocolo de seguimento preconizado, a cardiologista explicou que “consiste num rastreio na primeira consulta, tratando logo com carboximaltose férrica se for diagnosticada a deficiência de ferro, voltando-se a testar aos seis meses.”


