Ter em atenção o autoconceito do doente de saúde e doença, abordar o doente como pessoa e como um todo e assumir uma intervenção multidisciplinar. De acordo com a Dr.ª Ana Luísa Conduto, psicóloga, estas são algumas atitudes que devem estar presentes aquando da relação médico-doente, tendo como fim uma boa adesão à terapêutica. Em entrevista ao My Cardiologia, durante a reunião da Mylan, a especialista em Psicologia Clínica e da Saúde relembrou que “antes de serem doentes são pessoas”. Assista ao vídeo.
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