Na síndrome metabólica, são avaliados determinados componentes, nomeadamente “a obesidade abdominal, a pressão arterial, a anomalia do metabolismo glucídico e o perfil lipídico”. Além de esta poder ser considerada “a doença do estilo de vida”, a síndrome metabólica é também um “preditor de fibrilhação auricular (FA)”, que, tal como acontece com os fatores de risco tradicionais, aumenta o risco de desenvolvimento de FA. Por isso, a Prof.ª Doutora Natália António afirma ser fundamental controlá-la. Assista ao vídeo da entrevista ao My Cardiologia realizada durante a Reunião Arritmias 2019.
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