Reduzir o risco cardiovascular depende tanto da comunidade científica como da sociedade civil. Quem o diz é o Prof. Doutor Mário Espiga de Macedo, do Programa Nacional para as Doenças Cérebro-Cardiovasculares, a propósito das 13.ªs Jornadas de Prevenção do Risco Cardiovascular para Medicina Familiar, que decorreram no Algarve. Em entrevista, o especialista apela a várias “entidades responsáveis para aplicarem estratégias” contra os fatores de risco cardiovascular. Veja o vídeo.
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